
Não é um assunto novo, essa Web 3.0. Falar dela é complexo, por isso evitei ao máximo tentar defini-la aqui no blog - e continuo evitando. Só darei, aqui, minha opinião sobre o que eu acredito que realmente é novidade na web, e que conceitos são fortes o bastante para classificar toda uma nova geração de sites e aplicativos online.
É complexo falar de Web 3.0, pois muita gente nem acredita que exista "2.0". Para muitos, são apenas nomes quando só existe uma internet. E isso é verdade.
Mas também é verdade que houve, sim, uma revolução (com a chamada Web 2.0), de uns tempos para cá. Assistimos à ampliação do número de usuários de internet e também da velocidade e tempo de uso das conexões. Ampliou-se, com isso, a participação do usuário, que deixou de ser passivo e passou a ativamente produzir conteúdo, com novas ferramentas e idéias.
A Web 3.0, que começa a se formar, é na verdade "2.5". É uma evolução em torno da Web 2.0, onde o usuário não só produz conteúdo de forma ativa, como também é peça fundamental para organizar esse conteúdo.
Na Web 3.0 ou web semântica (ver post abaixo), o usuário usa as ferramentas e os conceitos da Web 2.o (como os tags múltiplos) para ser o professor da máquina, ensinando à internet o que cada informação quer, realmente, significar. Coisa que o Google, por exemplo, não faz hoje (mas já estuda fazer).
E com isso, temos uma nova revolução, onde mais uma vez NÓS estamos no centro e no comando.
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